Pouca rentabilidade, esta próxima da inflação, e criação de novos produtos são alguns dos motivos para sair da caderneta de poupança. Segue abaixo lista dos 10 principais argumentos:
1. Baixa rentabilidade
Opções como o Tesouro Direto podem oferecer rentabilidade superior à poupança, mas “com segurança e liquidez compatíveis”.
2. Mercado de ações brasileiro mais desenvolvido
Mais transparente e com empresas sólidas, o mercado de ações brasileiro tornou-se uma boa opção de investimento.
3. Necessidade de diversificação
Vale a pena diversificar com ativos de maior potencial de retorno.
4. Desenvolvimento de novos produtos.
A popularização dos títulos públicos do Tesouro Direto com a possibilidade da pessoa física comprar LFT, NTN e outos títulos a partir de R$200,00, assim como a criação das ETFs no Brasil, onde a compra do BOVA11 permite acompanhar o Ibovespa, com taxa muito menor que a de um fundo de ações, são produtos que atraem o investidor inteligente.
5. Alta da Inflação
Com índices inflacionários subindo mais de 0,5% ao mês, como o IPCA e o IGPM, a valorização da poupança se equipara com a inflação, e o investidor não consegue nenhuma valorização real na caderneta de poupança.
6. Incentivos fiscais em outros investimentos
Apesar da caderneta de poupança ser isenta de tributação, o governo vem propiciando a outros investimentos incentivos e reduções tributárias para outros investimentos.
7. Queda da Selic
A Selic que antes dos anos 2000 era de 30 a 45%, hoje se encontra próxima a 10%, e isso poderá afetar a rentabilidade da caderneta de poupança.
8. Boas perspectivas econômicas
As perspectivas macroeconômicas do Brasil indicam um período de estabilidade e crescimento econômico.
9. Maior conhecimento do Brasileiro
Ao passo que a população aumenta seu conhecimento financeiro, outras opções são conhecidas e analisadas.
10. Redução das taxas de administração ou corretagem de outros ativos
Produtos como a ETF BOVA11, que replica a carteira do Ibovespa e títulos públicos do Tesouro Direto, apresentam taxas menores que 1% ao ano, e com isso, tal custo é mínimo perante tais potenciais de rentabilidade.
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