InfoMoney : Investimentos

sábado, 21 de abril de 2012

Como alcançar o primeiro milhão


Veja as dicas dos especialistas para chegar a R$ 1 milhão na conta bancária
Quem juntar R$ 300 ao mês, com rentabilidade líquida de 1%, levará 30 anos
A prosperidade da economia brasileira vai produzir milionários a um ritmo acelerado nos próximos anos. Pela estimativa do banco Credit Suisse, na pesquisa Global Wealth Report, o número de cidadãos com mais de R$ 1 milhão de patrimônio vai saltar de 319 mil para 815 mil no país em 2016. Ou seja: a cada dia, 271 pessoas vão atingir o sonho de juntar pelo menos R$ 1 milhão.
Para entrar nessa estatística sem depender da sorte ou de laços familiares, é preciso arregaçar as mangas para trabalhar, ter muita disciplina para conter os gastos e cultivar a paciência para obter resultados no longo prazo. “Ficar milionário é uma maratona, e não uma corrida de 100 metros”.
Quem não tem tanto dinheiro para começar não precisa desanimar. Uma pessoa poderá juntar R$ 1 milhão em 30 anos se poupar R$ 300 por mês (ou R$ 10 por dia) e tratar de obter rentabilidade mensal líquida (descontados os impostos, taxas e a inflação) de no mínimo 1%. Veja abaixo outras alternativas e dicas de poupança:


Antes de qualquer coisa é preciso seguir uma regra óbvia, mas que muita gente ignora, seja por desorganização, desconhecimento ou necessidade: não se pode gastar mais do que se ganha. A enorme quantidade de gente que se endivida a ponto de não conseguir honrar os compromissos prova o quanto esse mandamento das finanças pessoais é desrespeitado. “O crédito é uma ferramenta importante, mas as pessoas que tomam dinheiro emprestado precisam saber qual é o custo do dinheiro e qual deve ser o limite delas”, diz o professor de Educação Financeira da BM&F Bovespa José Alberto Netto Filho.
Feita a primeira lição de casa, é hora de arrumar espaço no orçamento para começar a poupar. Quanto mais sobrar todos os meses, mais perto fica o sonho do milhão. “Mais importante do que saber as técnicas de investimento é adotar um novo comportamento em relação ao consumo”, diz Eliane Habib, sócia da Practa Treinamento e Educação Financeira. “Começar a guardar dinheiro e renunciar a certos bens de consumo é tão difícil quanto parar de fumar”, afirma.
O segredo é pensar longe, lá no futuro, e não se deixar de levar pelo impulso consumista. “Antes de comprar qualquer coisa, dê um tempo. A febre do consumo vai passar, com certeza”. “Pense que você está abrindo mão daquilo para manter seu padrão de vida na velhice.”
Outra dica unânime entre os especialistas em finanças pessoais é separar um percentual mensal da renda e encará-lo como uma se fosse uma conta a pagar como qualquer outra – o aluguel, o condomínio, a escola das crianças e... o investimento. Dessa forma, o dinheiro a ser poupado já começa o mês “amarrado” e a tentação de torrá-lo diminui.
Quando começar a aparecer alguma sobra, é hora de aprender a investir. A boa e velha caderneta de poupança é a opção inicial mais procurada, por sua simplicidade e segurança. Mas é possível, mesmo com pouco capital sobrando, investir em fundos de investimento de renda fixa com rendimento superior ao da poupança – que, na verdade, apenas protege o valor do dinheiro, mas não o faz crescer de verdade.
A dica é jamias confiar no gerente de banco (que vai tentar te empurrar os produtos que são mais interessantes para a instituição, mas não necessariamente para você) e buscar fontes de informação independentes como consultores especializados, empresas de investimento independentes, reportagens e colunas na imprensa, fóruns de discussão na internet, entre outras. Outras opções interessantes para investimentos mais conservadores são o Tesouro Direto – uma forma de comprar títulos do governo sem a intervenção dos bancos – e os planos de previdencia privada – que têm como principal atrativo a possibilidade de receber até 12% do que seria pago de imposto de renda pelo contribuinte.
Quem tiver mais facilidade para lidar com risco pode começar a se arriscar na bolsa de valores, comprando ações diretamente ou via fundos de renda variável. Mas é preciso estar muito bem informado sobre as condições de investimento para não se decepcionar. É muito comum comprar uma ação em um dia e, logo no seguinte, o papel sofrer uma baixa. Isso costuma desanimar os investidores menos experientes. “No longo prazo, porém, as ações são um investimento muito seguro”, diz Benchimol.
Outra modalidade que vem ganhando adeptos rapidamente no Brasil são os fundos imobiliarios. Eles reúnem grandes quantidades de imóveis e negociam cotas para os investidores. A remuneração vem dos aluguéis e de outras receitas eventuais obtidas nos imóveis. Como a tendência das taxas de juros é cair nos próximos anos, os fundos desse tipo acabaram ganhando popularidade. Mas, em geral, o investimento inicial costuma ser alto – na casa das dezenas de milhares de reais.Parte inferior do formulário

Brasil não lidera mais o juro real

Agora, a Rússia está na primeira posição do ranking com juros reais de 4,2%, enquanto a taxa no Brasil é de 3,4%

São Paulo O Brasil perdeu o título de campeão de juros reais (taxa que desconta a inflação) do mundo, posição que ocupava desde janeiro de 2010. Agora, a Rússia está na primeira posição do ranking com juros reais de 4,2%, enquanto a taxa no Brasil é de 3,4%. Os dados são de um ranking elaborado pela corretora Cruzeiro do Sul, com 40 das maiores economias do planeta. Da taxa básica, foi descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses.

Desempenho melhor"A Rússia não passou para o primeiro lugar, foi o Brasil que apresentou um desempenho melhor. A explicação para isso é que o nosso país vive um processo consistente de queda da taxa básica, a Selic. Essa é uma mudança considerável. Houve um processo galopante de corte de juros nos últimos meses pelo Copom ", afirma Jason Vieira, analista internacional da Cruzeiro do Sul Corretora.
Ele explica que a queda acentuada na inflação russa ajudou a elevar a taxa de juros daquele país. "Os preços estão caindo na Rússia e a inflação em queda desconta um percentual menor na taxa de juros, o que resulta numa queda menos veloz do juro real. Quanto menor a inflação, menos se desconta no juros. Os preços no Brasil também têm caído, mas não acompanham a magnitude da queda da Selic."

Para superar China
Segundo levantamento da corretora Cruzeiro do Sul, para que o Brasil deixasse a segunda colocação no ranking atual, seria necessário um corte de 1,5 ponto percentual na Selic. Assim, o País chegaria a um juro real de 2,8%, ficando atrás também da China, com atuais 2,9%.

Lista
Na lista dos países avaliados, mais da metade dos países citados, 22 no total, registram juro real negativo. Tanto que a taxa média geral dos 40 países analisados ficou em -0,5%. Os últimos lugares do ranking são ocupados por Turquia (-4,2), Cingapura (-4,4%) e Venezuela (-6,9%).

Corte é positivo
O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) vê positivamente o corte do juro básico da economia para 9% ao ano e acredita que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) ainda tem espaço para fazer novos cortes.
"Acreditamos que nada impede a aplicação de novos cortes nas próximas reuniões", salienta, em nota, o presidente do Conselho de Administração do Ibef, Keyler Carvalho Rocha.
O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, fez um apelo para que os bancos reduzam o spread bancário. Ele avaliou que o recuo da Selic precisa chegar aos tomadores de empréstimos.
De acordo com Paulo Skaf, isso seria possível, tendo em conta os ganhos de escala conquistados nos últimos anos pelos bancos com a ampliação da carteira de crédito.
Ele lembrou que, em janeiro de 2004, o crédito total da economia era 24,3% do PIB e que, atualmente, está em 48,8%.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Taxa Selic 9%a.a

O Comitê de Política Mo­netária do Banco Central (Co­­pom) anunciou ontem 18/04/2012 a redução de 0,75 ponto porcentual na taxa básica de juros, a Selic. Com a decisão, que foi unânime, a taxa caiu para 9% ao ano. Este é a menor taxa de juros registrada em dois anos, desde abril de 2010, quando estava em 9,5%.

A redução nos juros, a sexta consecutiva, segue as indicações dadas pelo próprio Copom em suas duas últimas atas, quando a autoridade monetária afirmou que a taxa apontava para uma “elevada probabilidade” de se deslocar e se estabilizar no patamar “ligeiramente acima dos mínimos históricos” – registrados em 2009, quando a Selic chegou a 8,75%.

Como os cenários econômicos já apontavam para mais uma queda na taxa, o mercado tenta descobrir agora qual a sinalização para o futuro: se os juros continuam caindo, se serão mantidos neste patamar ou se devem iniciar um movimento de alta – o que é possível se inflação voltar a subir, apoiada nas medidas de estímulo ao consumo anunciadas pelo governo após o desaquecimento da economia.

indicadores 19.04.2012


Real  



MOEDAS COTAÇÃO
Indice Variaçao % Valor
Coroa (Dinamarca)  0,333
Bovespa -0,0062 62,618
Coroa (Noruega)  0,3282
Nasdaq -0,0078 3007,56
Coroa (Suécia)  0,2801
Ouro 0,0102 R$98,6
Dólar (Austrália)  1,9495
250mg BMF

Dólar (EUA)  1,8861



Franco (Suíço)  2,0604



Novo dólar (Taiwan)  0,06394
Poupança **  
Peso (Argentina)  0,4279
Dias %
Rial (Arábia Saudita)  0,1425
20/4/2012 0,5885
Libra (Inglaterra)  3,0285
21/4/2012 0,5914
Dólar (Hong Kong)  0,243
22/4/2012 0,5569
Guarani (Paraguai)  0,000437
23/4/2012 0,5284
Rublo (Rússia)  0,06384
24/4/2012 0,5337
Peso (Uruguai)  0,09454
25/4/2012 0,5584
Bolívar (Venezuela)  0,4386
26/4/2012 0,5889
Euro*  2,4768
27/4/2012 0,581
Iene (Japão)  0,02312
28/4/2012 0,6112
Peso (México)  0,1425
29/4/2012 _






Indicadores Jan Fev Mar Abr
Poupança (1)(%)  0,5868 0,5 0,6073 0,5228
TR* (1)(%)  0,0864 0 0,1068 0,0227
BTN+TR cheia (R$)  1,5657 1,5671 1,5671 1,5688
TJLP (% ao ano)  6 6 6 6
Sal.Mínimo(R$)  622 622 622 622
Sal.Mínimo SP(R$)  622 622 690 690
D.F. **Selic(3)(%)  0,89 0,75 0,82 1
SELIC MENSAL  10,5 10,5 9,75 9
DI Over (2)(%)  0,89 0,74 0,81 _






CUB        
Mês Índice (R$/m²) % (Mês) % (Ano) % (12 Meses)
Janeiro 1128,35 0,05 0,05 8,69
Fevereiro 1133,85 0,49 0,54 8,72
Março 1134,24 0,03 0,58 8,34
Abril 1136,34 0,19 0,76 8,03






CDI MENSAL 2012 2011 2010 2009
Janeiro 0,8853 0,8606 0,6582 1,0427
Fevereiro 0,7415 0,8424 0,5925 0,8527
Março 0,8083 0,9188 0,7569 0,9665
Abril - 0,8388 0,6639 0,8356
Maio - 0,9852 0,75 0,7664
Junho - 0,9526 0,7908 0,7514
Julho - 0,9665 0,8592 0,784
Agosto - 1,0723 0,8863 0,6914
Setembro - 0,9397 0,8445 0,6915
Outubro - 0,8807 0,8056 0,6912
Novembro - 0,8586 0,8056 0,659
Dezembro - 0,9046 0,9271 0,7238
ACUMULADO 2,4548 11,5945 9,7503 9,8761






TJLP      

Mês/Ano 2010 2011 2012

Janeiro 0,005 0,005 0,005

Fevereiro 0,005 0,005 0,005

Março 0,005 0,005 0,005

Abril 0,005 0,005 0,005

Maio 0,005 0,005 0,005

Junho 0,005 0,005 0,005

Julho 0,005 0,005 -

Agosto 0,005 0,005 -

Setembro 0,005 0,005 -

Outubro 0,005 0,005 -

Novembro 0,005 0,005 -

Dezembro 0,005 0,005 -







ÍNDICE INFLAÇÃO jan/12 fev/12 mar/12 12 MESES
INPC(IBGE) 0,51 0,39 0,18 4,9674
IGP-M(FGV) 0,25 -0,06 0,43 3,2422
IPCA(IBGE) 0,56 0,45 0,21 5,2399

segunda-feira, 16 de abril de 2012

MUNDO 2012

        O cenário externo é de “arrasto” dos problemas de 2011 para 2012 nos EUA e na Europa, sendo a Ásia a principal vítima por causa da desaceleração da China. Nos EUA, o crescimento superou as expectativas no segundo semestre 2011, mas terá dificuldades para se sustentar no decorrer de 2012. A economia não entrará em recessão, mas permanecerá crescendo abaixo do potencial, limitando a redução da ociosidade, inclusive da taxa de desemprego. É alta a probabilidade de mais um programa de expansão da liquidez, condicionada à evolução dos dados de atividade/mercado trabalho e à desaceleração da inflação. Na Europa, são evidentes os sinais de contração do PIB em 2012, mas avaliamos que a recessão será branda. O Banco Central Europeu (BCE) seguirá cortando juros, em 2012. As negociações políticas sobre a crise da dívida avançam, mas com sérios riscos de implementação. A atuação maior do BCE é condição necessária para evitar um default desordenado ou a quebra do euro. O cenário para a economia chinesa também requer atenção redobrada, dada a atual contração do setor de construção e o efeito da desaceleração global sobre suas vendas externas. Mas a forte queda da inflação de 6,5% em agosto de 2011 para 4,1% em dezembro de 2011 permitirá uma política monetária expansionista, ao lado de construção social e estímulo a crédito de modo a evitar uma desaceleração mais pronunciada da economia em 2012. Em resumo, o cenário externo segue muito desafiador em 2012, embora reconheçamos melhora na margem advinda de dados mais positivos nos EUA e de uma menor pressão sobre as dívidas européias.


Indicadores Econômicos para 16/04/2012


Real




MOEDAS COTAÇÃO
Indice Variaçao % Valor
Coroa (Dinamarca) 0,3226
Bovespa -0,0024 61,954
Coroa (Noruega) 0,3177
Nasdaq -0,0076 2988,4
Coroa (Suécia) 0,2704
Ouro 0,002 R$96,701
Dólar (Austrália) 1,8988
250mg BMF

Dólar (EUA) 1,8367



Franco (Suíço) 1,9966



Novo dólar (Taiwan) 0,06221
Poupança **

Peso (Argentina) 0,4178
Dias %
Rial (Arábia Saudita) 0,1388
17/4/2012 0,5494
Libra (Inglaterra) 2,9137
18/4/2012 0,575
Dólar (Hong Kong) 0,2367
19/4/2012 0,5888
Guarani (Paraguai) 0,000421
20/4/2012 0,5885
Rublo (Rússia) 0,06198
21/4/2012 0,5914
Peso (Uruguai) 0,09395
22/4/2012 0,5569
Bolívar (Venezuela) 0,4271
23/4/2012 0,5284
Euro* 2,4
24/4/2012 0,5337
Iene (Japão) 0,02283
25/4/2012 0,5584
Peso (México) 0,1388
26/4/2012 0,5889






Indicadores Jan Fev Mar Abr
Poupança (1)(%) 0,5868 0,5 0,6073 0,5228
TR* (1)(%) 0,0864 0 0,1068 0,0227
BTN+TR cheia (R$) 1,5657 1,5671 1,5671 1,5688
TJLP (% ao ano) 6 6 6 6
Sal.Mínimo(R$) 622 622 622 622
Sal.Mínimo SP(R$) 622 622 690 690
D.F. **Selic(3)(%) 0,89 0,75 0,82 1
SELIC MENSAL 10,5 10,50 9,75 9,75
DI Over (2)(%) 0,89 0,74 0,81 _
















CUB




Mês Índice (R$/m²) % (Mês) % (Ano) % (12 Meses)
Janeiro 1128,35 0,05 0,05 8,69
Fevereiro 1133,85 0,49 0,54 8,72
Março 1134,24 0,03 0,58 8,34
Abril 1136,34 0,19 0,76 8,03






CDI MENSAL 2012 2011 2010 2009
Janeiro 0,8853 0,8606 0,6582 1,0427
Fevereiro 0,7415 0,8424 0,5925 0,8527
Março 0,8083 0,9188 0,7569 0,9665
Abril - 0,8388 0,6639 0,8356
Maio - 0,9852 0,75 0,7664
Junho - 0,9526 0,7908 0,7514
Julho - 0,9665 0,8592 0,784
Agosto - 1,0723 0,8863 0,6914
Setembro - 0,9397 0,8445 0,6915
Outubro - 0,8807 0,8056 0,6912
Novembro - 0,8586 0,8056 0,659
Dezembro - 0,9046 0,9271 0,7238
ACUMULADO 2,4548 11,5945 9,7503 9,8761






TJLP




Mês/Ano 2010 2011 2012

Janeiro 0,005 0,005 0,005

Fevereiro 0,005 0,005 0,005

Março 0,005 0,005 0,005

Abril 0,005 0,005 0,005

Maio 0,005 0,005 0,005

Junho 0,005 0,005 0,005

Julho 0,005 0,005 -

Agosto 0,005 0,005 -

Setembro 0,005 0,005 -

Outubro 0,005 0,005 -

Novembro 0,005 0,005 -

Dezembro 0,005 0,005 -







ÍNDICE INFLAÇÃO jan/12 fev/12 mar/12 12 MESES
INPC(IBGE) 0,51 0,39 0,18 4,9674
IGP-M(FGV) 0,25 -0,06 0,43 3,2422
IPCA(IBGE) 0,56 0,45 0,21 5,2399