InfoMoney : Investimentos

quinta-feira, 12 de abril de 2012

indicadores 12/04/2012


1. MOEDAS
MOEDA DATA COMPRA VENDA
DOLAR 12/4/2012 1,8264 1,827
EURO 12/4/2012 2,4057 2,4067
LIBRA 12/4/2012 2,9109 2,9121
PESO 12/4/2012 0,4156 0,4164
Fonte: BC
Ouro
Ouro 250mg BMF  1,55% R$97,70
Poupança
13/4/2012 0,5882
14/4/2012 0,5995
15/4/2012 0,5522
16/4/2012 0,533
17/4/2012 0,5494
18/4/2012 0,575
19/4/2012 0,5888
20/4/2012 0,5885
21/4/2012 0,5914
22/4/2012 0,5569
2. INVESTIMENTOS
INDICE ONTEM DIA ANT HÁ UM MÊS
Bovespa  63.058 61.293 66.384
IBrX-50  9.061 8.794 9.363
IBrX  21.700 21.136 22.302
IGC  7.527 7.357 6.587
ISE  2.307 2.254 1.897
Dow Jones (1)  12.986,58 12.805,39 12.959,71
Nasdaq (1)  3.055,55 3.016,46 2.983,66
FT-100 (2)  5.710,46 5.634,74 5.892,75
FT-250 (2)  11.414,53 11.234,00 11.563,90
Nikkei (3)  9.524,79 9.458,74 9.889,86
Merval (4)  2.562,68 2.503,90 2.642,21
Indicadores  Jan  Fev  Mar Abr
Poupança (1)(%)  0,5868 0,5 0,6073 0,5228
TR* (1)(%)  0,0864 0 0,1068 0,0227
BTN+TR cheia (R$)  1,5657 1,5671 1,5671 1,5688
TJLP (% ao ano)  6 6 6 6
Sal.Mínimo(R$)  622 622 622 622
Sal.Mínimo SP(R$)  622 622 690 690
D.F. **Selic(3)(%)  0,89 0,75 0,82 1
UPC***(R$)  22,24 22,24 22,24 22,28
DI Over (2)(%)  0,89 0,74 0,81 _
UFESP (R$)  17,45 18,44 18,44 18,44
FCA/PR (R$)  1,6994 1,7692 1,7692 1,7692
UFM (R$)  102,02 108,12 108,66 108,66
3. VALORES DE REFERENCIA
Custo unitário básico (CUB), construção civil (abril)
R$ 1.136,34 (+0,19%)
Salário mínimo 
R$ 622,00
Taxa Referencial Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custodia)
9,75% ao ano 
TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo)
6% ao ano
4. INFLAÇÃO
ÍNDICE nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 12 MESES
INPC(IBGE) 0,57 0,51 0,51 0,39 0,18 4,9674
IGP-M(FGV) 0,5 -0,12 0,25 -0,06 0,43 3,2422
IPCA(IBGE) 0,52 0,5 0,56 0,45 0,21 5,2399
5. MERCADO AGRÍCOLA
Produto UF Cidade Obs Preço Data
Boi Gordo 15Kg  SC  Chapecó  A vista  95.00  12/4/2012
Búfalo 15Kg  SC  Chapecó  A vista  90.00  12/4/2012
Feijão Carioca Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  160.00  12/4/2012
Feijão Preto Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  90.00  12/4/2012
Frango 1Kg  SC  Chapecó  A vista  1.69 12/4/2012
Leitão 22Kg  SC  Chapecó  A vista  4.00  12/4/2012
Leite 1L  SC  Chapecó  A vista  0.73 12/4/2012
Milho Seco Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  27.00 12/4/2012
Soja em Grão Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  51.00  12/4/2012
Suíno 1Kg  SC  Chapecó  A vista  2.15 12/4/2012
Trigo em Grão Nacional Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  22.00  12/4/2012
http://www.agrolink.com.br/cotacoes/Cotacoes.aspx

segunda-feira, 9 de abril de 2012

NOVAS TAXAS DE EMPRESTIMO BB E CEF


O impacto da baixa dos juros na Caixa e BB no Cooperativismo de Crédito

A notícia abaixo sinaliza que nós, cooperativistas de crédito, devemos colocar a barba de molho, pois irá sim afetar nossos diferenciais competitivos. Agora, mais do que nunca. É a hora de buscar o eficaz relacionamento com nossos sócios como antídoto para estes tsunamis que doravante irão surgir. Relacionamento sim, e não a frágil decisão de focar na venda de um produto ou serviço isoladamente.

O centro da questão
Nesta segunda – 09/04/2012 – os grandes bancos públicos – BB e Caixa irão anunciar taxas de juros de primeiro mundo, ou seja, uma jogada política e populista de enorme envergadura, mas de efeitos de médio e longo prazo nada saudáveis para a livre economia de mercado, e portanto para nosso modelo de negócio.

O BB e Caixa irão praticar após segunda feira taxas baixíssimas, a saber:

Cheque especial PJ e PF                    média de 8,0% a.m.    para média de 1,4% a.m.
Crédito parcelado 36 meses               média de 3,5% a.m.    para média de 1,6% a.m.
Rotativo de Cartão de Crédito          média de 9,0% a.m.    para média de 3,0% a.m.
Financiamento de Veículos                média de 1,8% a.m.    para média de 0,9% a.m.
Crédito Consignado                           média de 2,2% a.m.    para média de 0,8% a.m.

Efeito perverso no mercado de ações
Após o anúncio da medida no final desta semana, as ações dos bancos privados chegaram a cair 6% em um dia, inclusive o do Banco do Brasil. Aí mora o perigo. Pois a Caixa tem um caríssimo custo operacional e é focada no fomento e nos repasses de benefícios sociais.Portanto, vive recebendo aportes a fundo perdido do governo para dar continuidade de suas atividades sem ter foco macro na eficácia comercial. Mas não podemos falar o mesmo do seu coirmão Banco do Brasil. Ele é uma empresa de capital aberto, e deve satisfação e retorno a seus acionistas, onde um deles é o governo federal. Ou seja, os acionistas do BB irão exigir retratações pelo uso de seus investimentos com viés político. Eles são investidores esclarecidos e não irão aprovar que suas poupanças se dilapidem por uma ação populista, intempestiva, incoerente e de eficácia macroeconômica questionável.

Um pulo mercadológico da Caixa e BB depois de uma canetada
Sem dúvida que na crise internacional de 10/2.008, os bancos privados retraíram seus créditos, perdendo mercado para a Caixa e BB haja vista estes terem aproveitado para alavancar suas carteiras de financiamentos empresariais. Contudo, não tiveram o mesmo efeito sobre suas carteiras de pessoa física, a não ser aquelas que tinham vínculo com benefícios sociais como aposentadoria e financiamentos de veículos.
Seguindo esta mesma lógica, estes bancos públicos devem novamente avançar seu posicionamento mercadológico, mas agora não pela sua eficácia comercial, e sim por uma determinação política – uma canetada - com a alegação e intenção dita de correção do fluxo da economia. Estes bancos se não fossem públicos já teriam quebrados várias vezes, após terem sido usados em ações políticas e abruptas, haja vista as inúmeras vezes que foram socorridos com enormes recursos a fundo perdido.

A história se repete
Esta ação terá um ruidoso e desnecessário efeito no mercado, lembrando muito quando em 1.990 Collor chamou nossos carros da época de carroça e, sem critério, abriu o mercado para os importados. Claro que após duas décadas podemos aproveitar desta abertura, mas não há dúvida que o caminho não foi o mais coerente. Ou por que não lembrar de 1.990 quando a ministra Zélia, visando atacar um problema estrutural da economia, usou como corretivo o bruto confisco da poupança, penalizando toda uma geração que poupava em confiança aos governos que a antecederam.
Devemos lembrar de uma outra ação desastrada muito parecida com esta, feita em 2.003 pelo implodido Banco Popular, hoje um cinzento setor do BB. Ele dava R$ 50,00 de crédito  a taxa de juros baixa para todo cidadão brasileiro que não tivesse o nome sujo, com objetivo de “bancarizá-lo”. Diziam estar testando sua adimplência no crédito, na crença incongruente de que as pessoas humildes são por natureza empreendedoras e que honram seu nome. Consequência: tiveram uma inadimplência estratosférica e um fracasso total do projeto. Prejuízo faraônico para a sociedade.

Governança foi abatida
É inconsequente fazer estas ações populista com o dinheiro do contribuinte, ainda mais em período eleitoral de um governo de esquerda moderada. Ferindo brutalmente a Governança, que ainda nem atingiu a puberdade.
Os acionistas do BB irão fazer entrar cisco no olho deste projeto, se posicionando em pé de guerra. Esta enorme queda de rentabilidade fará com que os acionistas do BB tornem a gestão desta instituição um tormento além de uma procedente guerra judicial. Esta ação já mina fortemente o valor das ações do BB, acarretando terríveis sequelas ao modelo acionário de nosso mercado. Também colocou em cheque todo o projeto de Governança que dava transparência e governabilidade das instituições com ações em bolsa (ex: BB).

Inadimplência:
Agora, novamente basta o cliente ter o nome limpo, e sem aval ou histórico na instituição, para que possa acessar uma linha hiperbonificada. Assim, desprezando os profundos estudos que determinam que a inadimplência deve ser precificada e aplicada na taxa de juros. Ao expurgá-la, algo errado e traumático irá acontecer. Inadimplência em alta e não precificada. Isto é brincar de roleta russa com um revolver totalmente carregado. Boa coisa não resultará, mas como tudo nestes bancos, por terem seus executivos com viés políticos, nada lhes acontecerá, e o errado será o mercado ou uma outra muleta qualquer.
Devemos lembrar sempre que a Caixa e BB têm histórico de serem apenas medianos em suas ações de cobrança da inadimplência de suas carteiras massificadas. Portanto, imaginemos como ficará doravante este processo, se sua carteira tende a triplicar em um curtíssimo espaço de tempo. Por tanto, mais inadimplência, menos resultados, menos atratividade, menor valor da ação, custo maiores de capitação, e por fim, veremos novamente o governo aportando recursos externos para equilibrar as finanças da Caixa ou do BB. E assim, menos recursos para educação, saúde....
Vale ressaltar que uma enorme percentual dos tomadores de crédito PF e os empreendedores tentem a já estar em seu limite saudável de endividamento. Portanto, o risco agrava-se, seja pela elevação destes atuais limites ou pela chegada de novos clientes sem histórico ou experiência diante destas dinâmicas e traiçoeiras linhas massificadas.

Qualidade do atendimento
Outro fato chama atenção. Se apenas 20% da massa de novos clientes projetados nesta ação procurarem o crédito “de graça”, ficará questionável o nível de seus atendimentos, já que atualmente não são balizadores de qualidade em atendimento. Ou seja, é baixa a qualidade dos serviços à população e clientes da Caixa e BB, em especial pelo custo de sua folha comparada a qualidade dos serviços dos bancos privados. Assim, ganharão mercado apenas uma canetada política já que nada mudou em sua essência mercadológico.
Tenho conta da Consultoria na Caixa há 5 anos, movimentando um bom fluxo de recursos sempre pela internet. Nunca recebi uma visita ou um telefonema se quer. Meu cadastro não é atualizado desde a abertura. Creio que este atendimento tende a piorar, se isto é possível. No BB o atendimento a clientes medianos e pequenos também não é tão diferente. Nos bancos privados há uma pressão para que haja reciprocidade, e os bons clientes/ou potencial são monitorados para a perfeita parceria.
Portanto, sem investimento e após uma canetada da presidente, não podemos esperar que sem nenhum investimento em pessoas e equipamentos estes bancos sejam mágicos para dar vazão a este tsunami de demandas, sem que tenha sido. Não será uma reunião com os gerentes das agências na quinta na véspera da páscoa que mudará este cenário; permitindo que se mude a logística da agência para absorver o impacto da enorme ação, que será potencializada pela forte mídia. Portanto, torceremos para que a ação não tenha nem 10% do projetado de eficácia quanto a elevação de fluxo de clientes novos a estas instituições, para que não cheguemos a verificar um padrão sofrível de qualidade de atendimento.
Por fim, devemos ser prudentes ao acreditar que o caixa automático e até o internet banking irão fazer sozinhos o papel de atender esta nova demanda por créditos e serviços. Focar fortemente no crédito é uma estratégia comercial perigosa, em especial para instituições massificadas. Devemos sempre buscar minimamente a coerência do relacionamento comercial do cliente com sua instituição financeira, e não aceitar que nos usem como financeira, tornando-os “taxeiros” e descompromissado com o aprimoramento do relacionamento para ganhos estruturados e longos.

Fonte e custo do funding
Outro ponto de atenção que poderá minar esta ação é que a Caixa e BB anunciam que terão bilhões para emprestar a custo baixíssimo. Não há mágica. Todo recurso a ser colocado a disposição destas instituições para fazer frente a este mega projeto tem seu custo balizado pela Selic, e que poderá ficar ainda mais caro pela maior carência de recursos livres a disposição do mercado. Assim, nesta linha de pensamento, devemos lembrar que a Selic baliza o custo mínimo do dinheiro no Brasil, e que este está muito próximo da nova taxa média destes bancos, isto sem considerar outros custos.
Portanto a conta racional não fecha, e para agravar, o custo do dinheiro é muito influenciado pela despesa com os salários, e nestes bancos este custo chega a ser 3 vezes acima dos bancos privados. Assim, provavelmente irão apresentar prejuízo já nos próximos anos, pois suas receitas levaram uma dura queda, com elevação dos custos administrativos e de captação. Não se sobrevive no mercado vendendo melancia mais barato que se compra, ainda mais tendo despesas administrativas tão acima do mercado.
E quanto ao funding, não é oportuno acreditar que a tábua de salvação será os recursos originários do depósito a vista. Diferente do que muitos pensam, ele tem um custo elevado de processo, administrativo, compulsório, e para piorara ele oscila inversamente a liquidez da economia. Ou seja, ele cai quando mais a população precisa dele, e cresce quando esta está solvente. E sua média não é uma boa métrica para uma carteira de crédito de prazo acima de 6 meses, já que agride os preceitos de Governança. Portanto, Depósito a Vista é uma nervosa e custosa fonte de funding e não poderia alicerçar uma ação desta magnitude.

Resultado da Caixa e BB para 2.012 e anos seguintes:
Esta ação irá elevar a carteira de crédito destes bancos, mas não seus resultados, além de agravar sua inadimplência e a satisfação de seus necessários acionistas (no caso do BB).
É uma ação política e intempestiva para o nosso momento econômico e desrespeita o fluxo da história, e certamente o mercado irá cobrar uma dura fatura destes bancos, pois há uma enorme redução da receita, sem cortar qualquer despesa. A conta não fecha.
Vale ressaltar que é uma ação mercadologicamente descabida, pois beneficia toda a carteira de clientes, sem qualquer respeito à história, aderência e a adimplência do cliente. E nunca foi saudável ter na carteira clientes “taxeiros”. Somos muito mais que financeira!

indicadores 09/04/2012


             
             
1. MOEDAS          
MOEDA DATA COMPRA VENDA      
DOLAR 9/4/2012 1,8254 1,826      
EURO 9/4/2012 2,3882 2,3891      
LIBRA 9/4/2012 2,8982 2,8995      
PESO 9/4/2012 0,4161 0,4165      
Fonte: BC            
             
Ouro            
Ouro 250mg BMF  -0,52% R$95,00      
             
             
Poupança            
Dias  %          
10/4/2012 0,5291          
11/4/2012 0,5537          
12/4/2012 0,5767          
13/4/2012 0,5882          
14/4/2012 0,5995          
15/4/2012 0,5522          
16/4/2012 0,533          
17/4/2012 0,5494          
18/4/2012 0,575          
19/4/2012 0,5888          
             
             
2. INVESTIMENTOS        
             
INDICE ONTEM DIA ANT HÁ UM MÊS    
Bovespa  62.923 63.691 66.703      
IBrX-50  8.914 9.014 9.425      
IBrX  21.415 21.645 22.424      
IGC  7.496 7.574 6.587      
ISE  2.277 2.303 1.897      
Dow Jones (1)  12.929,59 13.060,14 12.922,02      
Nasdaq (1)  3.047,08 3.080,50 2.988,34      
FT-100 (2)  feriado  5.723,67 5.887,49      
FT-250 (2)  feriado  11.380,56 11.527,96      
Nikkei (3)  9.546,26 9.688,45 9.929,74      
Merval (4)  2.522,18 2.557,46 2.665,20      
             
             
Indicadores  Jan  Fev  Mar Abr    
Poupança (1)(%)  0,5868 0,5 0,6073 0,5228    
TR* (1)(%)  0,0864 0 0,1068 0,0227    
BTN+TR cheia (R$)  1,5657 1,5671 1,5671 1,5688    
TJLP (% ao ano)  6 6 6 6    
Sal.Mínimo(R$)  622 622 622 622    
Sal.Mínimo SP(R$)  622 622 690 690    
D.F. **Selic(3)(%)  0,89 0,75 0,82 1    
UPC***(R$)  22,24 22,24 22,24 22,28    
DI Over (2)(%)  0,89 0,74 0,81 _    
UFESP (R$)  17,45 18,44 18,44 18,44    
FCA/PR (R$)  1,6994 1,7692 1,7692 1,7692    
UFM (R$)  102,02 108,12 108,66 108,66    
             
             
3. VALORES DE REFERENCIA      
Custo unitário básico (CUB), construção civil (abril)    
R$ 1.136,34 (+0,19%)          
Salário mínimo           
R$ 622,00            
Taxa Referencial Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custodia)
9,75% ao ano           
TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo)      
6% ao ano            
             
             
4. INFLAÇÃO        
             
ÍNDICE nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 12 MESES
INPC(IBGE) 0,57 0,51 0,51 0,39 0,18 4,9674
IGP-M(FGV) 0,5 -0,12 0,25 -0,06 0,43 3,2422
IPCA(IBGE) 0,52 0,5 0,56 0,45 0,21 5,2399
             
5. MERCADO AGRÍCOLA      
             
Produto UF Cidade Obs Preço Data  
Boi Gordo 15Kg  SC  Chapecó  A vista  95.00  9/4/2012  
Búfalo 15Kg  SC  Chapecó  A vista  90.00  9/4/2012  
Feijão Carioca Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  160.00  9/4/2012  
Feijão Preto Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  90.00  9/4/2012  
Frango 1Kg  SC  Chapecó  A vista  1.69 9/4/2012  
Leitão 22Kg  SC  Chapecó  A vista  4.00  9/4/2012  
Leite 1L  SC  Chapecó  A vista  0.73 9/4/2012  
Milho Seco Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  27.00 9/4/2012  
Soja em Grão Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  51.00  9/4/2012  
Suíno 1Kg  SC  Chapecó  A vista  2.15 9/4/2012  
Trigo em Grão Nacional Sc 60Kg  SC  Chapecó  A vista  22.00  9/4/2012  
http://www.agrolink.com.br/cotacoes/Cotacoes.aspx